colors I can’ t describe.


a autosuficiencia da modernidade
Dezembro 9, 2007, 6:51 am
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http://duh.com.br/drunkfool/

=)



A índia alemã
Novembro 27, 2007, 11:42 pm
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Motivado pelo post sobre o Buk, resolvi deixar aqui um conto que escrevi em 2005, chamado a índia alemã. É ficção (tirando o casal brigando no começo e a parte da Juliette Binoche, hehe), meio auto-biográfico, meio wannabe e meio muzzarela. Mas é sincero. Foi o que me disseram. Segueno post abaixo.



eu voltei a ler o velho safado…
Novembro 27, 2007, 11:24 pm
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…e ao mesmo tempo, lembrei porque tinha dado um tempo. O filho da mãe escreve tão marginavelmente bem que eu me sinto pior que o Paulo Coelho, esse sim um safado mesmo. Mas o ponto é, eu li tudo do Fante, e não tudo do Bukowski, e mesmo o primeiro tendo influenciado o segundo, eu gosto mais das histórias do Fante, e não entendo como um vagabundo cachaceiro como o Bukowski ficou tanto tempo na rua e escreve tão maravilhosamente bem sobre a marginalidade social. Na verdade, eu invejo. Esse post é só pra fazer uma citação genial que talvez só faça sentido pra mim. Sabem aqueles garotos que foram criados como meninas? Eu não sou um desses, mas meus pais me criaram como humano… e como tal, aprecio muito as estrelinhas. Valeu Salinger!

“Eu continuava, no entanto, tendo problemas com os outros garotos da vizinhança. Meu pai não ajudava. Por exemplo, ele me comprava uma fantasia de índio com arco e flecha enquanto todos os outros garotos ganhavam fantasias de cowbói.” – Henry Chinaski



de 2002…
Novembro 27, 2007, 2:05 am
Arquivado em: art, maluquices, personal

Globalização, montes de informações jogadas em sua mente e você nem sequer entende a dor, a perda de contato.
Um teclado e um mouse irão facilmente substituir as funções de suas mãos antes que você perceba que a solidão que sente está apenas em sua cabeça, que agora não processa mais números, apenas bites.
O scanner que te orienta dia-a-dia não opera sem a energia, que você não ingeriu por que estava trabalhando no almoço.
A falta de RAM irá te prejudicar e se agravar caso vocÊ não faça uma varredura em seu HD a procura de vírus, q podem ser tratados em clinicas especializadas, mas os diagnósticos estão aquem da compreensão dos programadores.
O desejo que um dia teve foi agrupado coma perseverança, e ambos foram postos em quarentena, pois o sistema os julga perigosos.
A individualidade que possui difere do seu companheiro apenas no ultimo digito, onde ambos sabem quando serão tecnologia obsoleta.
A garantia que um dia veio de fabrica agora reside na conta bancária de seus designers, que por sua vez nem sempre sabem qual foi o conceito que te criou.
A paixão que sentistes que estava arquivada em uma pasta agora foi para a lixeira, como a sua vida, que não depende de você para ser deletada ou mantida, e neste caso não há Backup.



tiro ( na vidraça )
Junho 7, 2007, 6:04 am
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tiro (na vidraça)

eu fiz esse quadro pra um filho da puta, mas antes que eu pudesse entregar, um filho da puta roubou ele. é um dos meus quadros favoritos, e acho que o único que não sei na mão de quem está. se fudeu, não to valendo nada mesmo.